domingo, 18 de novembro de 2012

AVC matou 62 mil jovens em dez anos, afirma Ministério da Saúde


Doença que mais mata no país e que costuma ser associada a pacientes idosos, o acidente vascular cerebral (AVC) também atinge jovens. Levantamento feito pelo Ministério da Saúde mostra que 62.270 pessoas com menos de 45 anos morreram entre os anos 2000 e 2010. Do início da década até setembro deste ano, 200 mil pacientes nessa faixa etária foram internados em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) - não entram na conta as internações na rede particular.

A questão não é preocupante apenas no Brasil. Estudo da Universidade de Cincinnati, publicado em outubro no periódico da Academia Americana de Neurologia, mostrou que, nos anos de 1993 e 1994, 13% das pessoas que sofreram derrame tinham menos de 55 anos. Em 2005, essa porcentagem alcançou 19%. O trabalho analisou pacientes da região metropolitana Cincinnati/Northern Kentucky.

"Essa é uma tendência mundial, que vem com o aumento dos chamados fatores de risco - obesidade, hipertensão, diabetes e sedentarismo. Com tecnologia e melhores serviços, a mortalidade cai", afirma o secretário de Atenção à Saúde do ministério, Helvécio Miranda Magalhães.

A tecnologia mais recente adotada pelo Ministério da Saúde é o medicamento alteplase, único aprovado para o tratamento de AVC isquêmico (quando não há hemorragia; tipo que responde a 80% dos derrames). O remédio passou a ser fornecido pelo SUS em abril. Se for ministrado até 4h30 depois dos primeiros sintomas, reduz as sequelas do derrame.

Em abril, o ministério também divulgou os critérios para a habilitação de hospitais que serão referência para o atendimento de pacientes com AVC - até agora, dois assinaram convênio com o governo: o Hospital de Clínicas de Porto Alegre e o Hospital Geral de Emergência de Fortaleza.

"Queremos criar centros de referência regionais. Identificamos duzentos hospitais que têm potencial maior para esse tipo de atendimento", disse o secretário.

O AVC pode ser isquêmico, quando há entupimento dos vasos que levam sangue ao cérebro. Ou hemorrágico, quando esses vasos se rompem. Em idosos, a causa principal é a aterosclerose, processo de inflamação que leva à obstrução das artérias por placas de gordura, explica o vice-presidente da Associação Brasileira de Neurologia (Abneuro), Rubens José Gagliardi.

"Nos jovens, as causas são diferentes, como malformações cardíacas ou nas artérias, uso de drogas e de anorexígenos, como femproporex e anfepramona (anfetamínicos), remédios já proibidos", diz Gagliardi. Ele cita ainda o uso de anticoncepcionais associado ao tabagismo, além da gravidez.

Antonio Carlos Worms Till, fundador do Vita Check-Up Center, lembra que as malformações não são maiores hoje. "O que mudou foi o estilo de vida, com a epidemia de obesidade, mais estresse, mais crises hipertensivas", diz. Ele ressalta a importância de exames de rotina, como a dosagem de sangue, que permite controlar glicemia e colesterol.

"Sem essa ferramenta tão simples, o diagnóstico vem depois do AVC, quando a pessoa terá sequelas motoras, alteração de fala, perda de força. A recuperação para a vida social é extremamente cara sob vários aspectos - psicológico, emocional e financeiro", diz. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte:http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/12/11/2012

AVC se torna a principal causa de morte no Brasil

 O AVC (Acidente Vascular Cerebral), também conhecido como derrame, é a principal causa de morte no Brasil e de incapacidade no mundo. De acordo com dados da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), a cada cinco minutos um brasileiro é vítima da doença, contabilizando 100 mil mortes ao ano.  O quadro coloca o Brasil como um dos países com maiores taxas de prevalência e mortalidade relacionadas à doença.

Em 2000, o número era 84.13 e passou para 99.726 em 2010. O Ministério da Saúde informa que atualmente a doença responde pela primeira causa de mortes registradas no país.

"Para que consigamos reduzir a taxa de mortalidade é fundamental que a população recorra aos serviços de saúde", afirma o ministro Alexandre Padilha. "Também é necessário que as pessoas se empenhem em adotar hábitos de vida mais saudáveis. A atividade física, sob supervisão adequada, é benéfica para a saúde em geral e retarda o aparecimento de doenças importantes, como o AVC", completa.

Popularmente conhecido como derrame, o AVC atinge 16 milhões de pessoas no mundo a cada ano. Do total, 6 milhões morrem, ou seja, 38% da população. Os sintomas mais comuns são a perda de força muscular de um lado do corpo, fala enrolada, desvio da boca para um lado do rosto, sensação de formigamento no braço, dores de cabeça súbita ou intensa, tontura, náusea e vômito.

Em casos de identificação desses sinais, o Ministério da Saúde recomenda a chamada urgente do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), pelo número 192.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/estado/2012/10/30/

Pesquisa revela remédios mais consumidos pelos brasileiros entre 2011/2012


O que tem na sua caixinha de remédios? Descongestionantes, vitaminas, analgésicos à base de dipirona, pílula anticoncepcional, antigripais e calmantes, ao menos de acordo com pesquisas de mercado feitas pela consultoria IMS Health e pela Associação Brasileira de Medicamentos Isentos de Prescrição, que mostram os medicamentos mais vendidos nas farmácias do país.
A pedido da reportagem, especialistas comentam os riscos e os benefícios de algumas das categorias de drogas entre as mais procuradas pelos brasileiros.

ANALGÉSICO

Medicamentos à base de dipirona sódica, como o Dorflex, estão entre os mais populares no país.

O mecanismo de ação da dipirona, introduzida no mercado em 1922, ainda não é conhecido, mas estudos mostram que a droga faz seu trabalho de forma similar a outros analgésicos, inibindo a formação de substâncias envolvidas na inflamação e na sensação de dor.

Segundo o médico Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do HC de São Paulo), a dipirona baixa a febre com mais rapidez do que o paracetamol (Tylenol). Wong destaca que o paracetamol pode causar danos ao fígado e que a aspirina aumenta o risco de sangramentos e problemas no sistema digestivo.
"A aspirina, no entanto, é importante para quem tem problemas como trombose, infarto e artrite reumatoide, e estudos mostram que o uso preventivo pode evitar o surgimento de alguns tumores."
Nos EUA, a dipirona foi retirada do mercado, na década de 1970, após estudos ligarem o uso do remédio à agranulocitose (redução da produção de células do sangue pela medula). Anos depois, esses estudos foram questionados. Outro efeito colateral da dipirona e de outros analgésicos é a síndrome de Stevens-Johnson, caracterizada por erupções nas mucosas.

CALMANTE

O Rivotril ou clonazepam foi o sexto medicamento mais vendido no país entre 2011 e 2012, isso apesar de exigir receita controlada.
A substância é da classe dos benzodiazepínicos, drogas que agem no cérebro, aumentando a ação de um neurotransmissor que inibe a atividade e a conectividade dos neurônios. Isso causa o efeito sedativo. No entanto, ainda há pontos nebulosos no mecanismo de ação da droga, vendida desde os anos 60.
As indicações principais do Rivotril são para tratar convulsões, transtorno de ansiedade e depressão, mas ele tem se tornado cada vez mais uma "droga social", segundo o médico Anthony Wong, diretor do Ceatox do HC.
Para ele, a presença do medicamento entre os dez mais vendidos do país é "inadmissível". "Ele tem grande potencial de criar dependência."

VITAMINAS

No ranking de remédios isentos de prescrição que mais geram volume de venda, aparecem dois multivitamínicos: o Gerovital, que contém ginseng, vitaminas A, C, D, E e as do complexo B, além de minerais como ferro, e o Targifor C.
O uso de vitaminas como complemento nutricional é controverso. Segundo o nutrólogo Celso Cukier, só pessoas com deficiências precisam de uma dose extra. "A maioria das dietas já atinge as necessidades diárias."
Entre os que podem precisar de suplementação estão os idosos. "Nesses casos, trabalhamos com vitaminas específicas em doses maiores."

A ingestão exagerada pode causar efeitos colaterais. O excesso de vitamina A, por exemplo, pode causar danos ao fígado. Mas, segundo Cukier, problemas graves só vão acontecer se a pessoa usar altas doses por um período prolongado.

Segundo o médico, muitos dos efeitos esperados pelo consumidor de vitaminas não são comprovados. "Não há evidência de que vitamina C previna doenças, a não ser em caso de atletas de alta performance."
Cukier afirma que o cansaço é um sintoma importante que leva à procura das pílulas. "O cansaço pode ser sintoma de uma cardiopatia, uma doença inflamatória. Tomar o polivitamínico pode retardar um diagnóstico."

ANTIGRIPAL

O Neosoro, solução nasal contendo cloreto de sódio, cloreto de benzalcônio e cloridrato de nafazolina, foi o remédio mais vendido nas farmácias no último ano. Os "fãs" das gotinhas se reúnem em grupos no Facebook ("Neosoro" e "Clube dos viciados em Neosoro"), onde lamentam a rapidez com que dão cabo de um frasco.

Segundo o clínico Paulo Olzon, da Unifesp, o máximo que essa solução pode fazer é aumentar o conforto respiratório quando o ar está seco.

Além do sal, a fórmula tem um vasoconstritor e um antisséptico. Anthony Wong, do Ceatox, diz que o abuso da solução pode levar à hipertrofia da mucosa. "O nariz fica obstruído pela reação inflamatória, e não há remédio que vá desentupir." Para Wong, é melhor usar soluções só com cloreto de sódio, para evitar efeitos colaterais.

Fonte: folha.uol.com.br/equilibrioesaude/

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O que é Cuidados Paliativos


Os Cuidados Paliativos foram definidos pela Organização Mundial de Saúde em 2002 como uma abordagem ou tratamento que melhora a qualidade de vida de pacientes e familiares diante de doenças que ameacem a continuidade da vida. Para tanto, é necessário avaliar e controlar de forma impecável não somente a dor, mas, todos os sintomas de natureza física, social, emocional e espiritual.

O tratamento em Cuidados Paliativos deve reunir as habilidades de uma equipe multiprofissional para ajudar o paciente a adaptar-se às mudanças de vida impostas pela doença, e promover a reflexão necessária para o enfrentamento desta condição de ameaça à vida para pacientes e familiares. 

Para este trabalho ser realizado é necessário uma equipe mínima, composta por: um médico, uma en fermeira, uma psicóloga, uma assistente social e pelo menos um profissional da área da reabilitação (a ser definido conforme a necessidade do paciente). Todos devidamente treinados na filosofia e prática da paliação.

A Organização Mundial de Saúde desenhou um modelo de intervenção em Cuidados Paliativos onde as ações paliativas têm início já no momento do diagnóstico e o cuidado paliativo se desenvolve de forma conjunta com as terapêuticas capazes de modificar o curso da doença. A paliação ganha expressão e importância para o doente à medida que o tratamento modificador da doença (em busca da cura) perde sua efetividade. Na fase final da vida, os Cuidados Paliativos são imperiosos e perduram no período do luto, de forma individualizada.

As ações incluem medidas terapêuticas para o controle dos sintomas físicos, intervenções psicoterapêuticas e apoio espiritual ao paciente do diagnóstico ao óbito. Para os familiares, as ações se dividem entre apoio social e espiritual e intervenções psicoterapêuticas do diagnóstico ao período do luto. Um programa adequado inclui ainda medidas de sustentação espiritual e de psicoterapia para os profissionais da equipe, além de educação continuada.

A condição ideal para o desenvolvimento de um atendimento satisfatório deve compreender uma rede de ações composta por consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade, destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida. 

Informações sobre a definição de Cuidados Paliativos pela Organização Mundial da Saúde estão no link: http://tinyurl.com/5228js

Registro Profissional - Normativa 2012 COREN/COFEN


Caro profissional,
Seguindo as determinações do Conselho Federal, os Conselhos Regionais de Enfermagem, nos 26 Estados e no Distrito Federal, deixaram de realizar o registro de inscrições provisórias para o exercício da profissão de enfermeiro, técnico de enfermagem e auxiliar de enfermagem. Assim, por determinação do COFEN, os 27 Conselhos Regionais de Enfermagem não podem emitir inscrição provisória, desde fevereiro de 2012.
O Conselho Regional de Enfermagem de São Paulo solicita aos profissionais que ainda possuem inscrição provisória que procurem a sede ou uma das subseções com antecedência mínima de 30 dias do vencimento da inscrição provisória para requerer sua inscrição definitiva.

Maiores informações: http://inter.coren-sp.gov.br/

sábado, 20 de outubro de 2012

Centro de Recuperação Jovem Maanaim



A Missão da clinica é transformar vidas destruídas pelas drogas, a partir de um programa de reabilitação e ressocialização capaz de devolver ao usuário, seus familiares e a sociedade.

Equipe da clinica:  Presidente: Pr. Amarildo Diretor ETM: Luis Fernando Médico Clínico: Guilherme Psicóloga: Rebeca Nogueira  Enfermagem: Terezinha e Jorge




Maiores informações acessehttp://www.desafiojovemmaanaim.com/




Centro de Recuperação Jovem Maanaim



Centro de Recuperação Jovem Maanaim 

"A História da clinica começa em Março de 1991 quando o Pr. José Amarildo ainda morava em Passa Quarto MG e em um sonho viu no bairro Pé do Morro, um casarão abandonado, com uma terraplanagem ao lado aonde chegava um carro branco carregado de alimentos e distribuindo-os ele sentiu forte impulso vindo de Deus"

A Missão da clinica é transformar vidas destruídas pelas drogas, a partir de um programa de reabilitação e ressocialização capaz de devolver ao usuário, seus familiares e a sociedade.

As fases do tratamento incluem acompanhamento psicológico, aconselhamento pastoral, diálogos individuais, estudos biblicos, filmes, palestras, esporte, terapia ocupacional, oficinas de teatro, dança, aulas, leituras entre outras atividades.

Podemos com certeza afirmar que o Desafio Jovem Maanaim é um dos mais efetivos programas baseados na Fé em todo o mundo, pois oferece soluções práticas a pessoas com problemas em controlar suas  vidas com Drogas, Álcool e Depressão, sua base metodológica consiste em um ex viciado amparando um recém-chegado para através da partilha de vivência, ambos alcancem êxito na luta contra as drogas. O objetivo do programa é proporcionar aos residentes a aquisição de conhecimentos técnicos, profissionais, sociais e outras competências que por sua vez, o ajudarão na inibição dos consumos, assim facilitará a sua integração sócio-profissional na sociedade.

Atualmente o Desafio Jovem Maanaim possui 8 casas com um total de aproximadamente 400 internos, de todas as idades, sendo maiores, menores, masculino e feminino, todos em unidades separadas.

Equipe que serve com amor:
Presidente: Pr. Amarildo
Diretor ETM: Luis Fernando
Médico Clínico: Guilherme
Psicóloga: Rebeca Nogueira
Equipe de Enfermagem: Terezinha e Jorge

Maiores informaçõeshttp://www.desafiojovemmaanaim.com