Ocorrência:
Um adolescente de 17 anos que bateu um carro em um poste, na noite de domingo (12/05/2013), morreu na manhã de segunda-feira (13/05/2013) depois de sofrer um mal estar na 91° Delegacia onde estava sendo realizado a ocorrência e foi socorrido ao Pronto Socorro (B) que declarou que o adolescente chegou ao PS já morto, às 8h16. O adolescente deu entrada no pronto-socorro (A) às 23h34 de ontem com politrauma, recebeu avaliação médica inicial "e realizou todos os exames pertinentes".
"O paciente passou por exames de raios-x de tórax e da bacia, ultrassonografia do abdome total, tomografia de crânio e cervical. Informamos que todos os exames complementares realizados foram normais."
"O menor também passou por avaliação da equipe de neurocirurgia e permaneceu em observação médica. Durante o tempo de observação, o paciente não apresentou intercorrência clínica. Foi liberado pela manhã, por volta das 6h30 do dia 13 de maio de 2013, com exame clínico normal", completou a nota.
Resumo:
bateu o carro as 23:00hs aproximadamente
foi levado ao (PS A) as 23:34hs e liberado as 06:30hs
foi levado ao (PS B) as 08:16hs onde veio a óbito ou chegou morto conforme dizem.
Permanencia no (PS A) de 07:00hs
Pergunta/Duvida: Qual o tempo minimo que o paciente deve ficar de observação médica para casos de politrauma?
Resposta/Esclarecimento:
Avaliação primária do paciente com trauma maior deverá ocorrer conforme o protocolo de atendimento inicial do politraumatizado recomendado pelo ATLS, onde o atendimento ao paciente politraumatizado deve seguir uma abordagem multidisciplinar pela
possibilidade de múltiplas lesões associadas.
CLASSIFICAÇÃO DE RISCO DE PRIORIDADE: Alteração da Escala de Coma de Glasgow nas últimas 12h em relação ao estado prévio.
Alguns exames são efetuados após a avaliação primária e antes da avaliação secundária anamnese, que deve ser seguindo o acrônimo AMPLE, para identificar condições que rapidamente podem piorar e que requerem tratamento imediato, ou lesões que requerem aprofundamento diagnóstico de segundo nível.
Nos casos de TCE Moderado e Grave: deve-se realizar TC de cranio nos pacientes estaveis ou estabilizados imediatos e repetir TC se:
a. TC inicial for negativa em 24h;
b. TC inicial positiva para lesao em evolucao (hematoma de alta a media densidade) em 6h;
c. O paciente apresentar hipotensao, ou fratura craniana, ou alteracao de coagulacao em 12h;
d. Casos de deterioracao (perda de dois pontos na ECG ou um ponto na resposta motora, piora
neurologica ou anisocoria) - sempre.
Monitorar Pressao Intracraniana e a taxa de extracao de O2 nos casos de TC alterada.
Paciente Acordado e Avaliável Clinicamente
Nos casos de dor e incapacidade funcional para a remoção do colar, apesar dos exames negativos, é necessário manter o colar cervical por 7-10 dias e fazer a terapia antiinflamatória e miorrelaxante para garantir a resolução da contratura muscular. Se depois desse período a dor persistir, está indicada à prova motora funcional em flexão e extensão ou a RNM para estudar eventuais lesões
ligamentares com instabilidade (listese) vertebral (KOIDE, 2003).
CRITÉRIOS DE ALTA
Paciente estável hemodinamicamente
Fonte da Noticia G1 São Paulo morre-jovem-que-bateu-carro-roubado-na.html
Fonte de Pesquisa HOSP/SUS-Protocolo-trauma-MG.pdf
É a arte de cuidar e a ciência cuja essência e especificidade é o cuidado ao ser humano, individualmente, na família ou em comunidade de modo integral e holístico, desenvolvendo de forma autônoma ou em equipe atividades de promoção, proteção, prevenção, reabilitação e recuperação da saúde.
domingo, 2 de junho de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
PROJETO LEMBRAR - Doença de Alzheimer
As causas da Doença de Alzheimer ainda não são conhecidas, mas sabe-se que existem relações com certas mudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais, que interferem nas funções cognitivas. Alguns estudos apontam como fatores importantes para o desenvolvimento da doença:
• Aspectos neuroquímicos: diminuição de substâncias através das quais se transmite o impulso nervoso entre os neurônios, tais como a acetilcolina e noradrenalina;
• Aspectos ambientais: exposição/intoxicação por alumínio e manganês;
• Aspectos infecciosos: como infecções cerebrais e da medula espinhal;
• Pré-disposição genética em algumas famílias, não necessariamente, hereditária.
No início, os sintomas são pequenos esquecimentos, normalmente aceito pelos familiares como parte do processo de envelhecimento ou altos níveis de estresse que vão se agravando gradualmente, associados, normalmente, à mudança de comportamento.
À medida que a doença evolui, tornam-se cada vez mais dependentes de terceiros, iniciam-se as dificuldades de locomoção, a comunicação se inviabiliza e passa a necessitar de cuidados e supervisão integral até para as atividades do cotidiano, como alimentação, higiene, vestir-se, entre outros.
Na fase inicial da doença, a pessoa afetada mostra-se um pouco confusa e esquecida e parece não encontrar palavras para se comunicar em determinados momentos; às vezes, apresentam descuido da aparência pessoal, perda da iniciativa e alguma perda da autonomia para as atividades da vida diária.
Na fase intermediária, necessita de maior ajuda para executar as tarefas de rotina, pode passar a não reconhecer seus familiares, pode apresentar incontinência urinária e fecal; torna-se incapaz para julgamento e pensamento abstrato, precisa de auxílio direto para se vestir, comer, tomar banho, tomar suas medicações e todas as outras atividades de higiene. Pode apresentar comportamento inadequado, irritabilidade, desconfiança, impaciência e até agressividade; ou pode apresentar depressão, regressão e apatia.
No período final da doença, existe perda de peso mesmo com dieta adequada; dependência completa, torna-se incapaz de qualquer atividade de rotina da vida diária e fica restrita ao leito, com perda total de julgamento e concentração. Podem apresentar reações a medicamentos, infecções bacterianas e problemas renais. Na maioria das vezes, a causa da morte não tem relação com a doença e, sim, com fatores relacionados à idade avançada.
Uma das dificuldades em realizar um diagnóstico de Doença de Alzheimer é a aceitação da demência como conseqüência normal do envelhecimento.
O diagnóstico de Doença de Alzheimer é feito através da exclusão de outras doenças que podem evoluir, também, com quadros de demências. Por exemplo: traumatismo craniano, tumores cerebrais, acidentes vasculares cerebrais, arteosclerose, intoxicações por efeitos de medicamentos, intoxicação de álcool ou drogas, depressão, hidrocefalia, hipovitaminose e hipotiroidismo.
Porém, atualmente, já é possível realizar um teste denominado avaliação neuropsicológica, que pode mapear os vários aspectos da mente humana, em busca de possíveis pistas de alterações cognitivas (memória), de comportamento e de dificuldades em atuação nos vários aspectos do dia-a-dia (cuidar de finanças, gerenciar a vida e a sua casa, relacionar-se com parentes e amigos, depressão, entre outros). Um dos testes mais comuns é chamado de mini-exame do estado mental, que é relativamente fácil de ser executado e não cansa o idoso.
Mini Exame mental
1. Orientação temporal (0-5): ANO – ESTAÇÃO - MÊS – DIA - DIA DA SEMANA
2. Orientação espacial (0-5): ESTADO – RUA - CIDADE - LOCAL - ANDAR
3. Registro (0-3): nomear: PENTE - RUA – CANETA
4. Cálculo- tirar 7 (0-5): 100-93-86-79-65
5. Evocação (0-3): três palavras anteriores: PENTE – RUA - CANETA
6. Linguagem 1 (0-2): nomear um RELÓGIO e uma CANETA
7. Linguagem 2 (0-1): repetir: NEM AQUI, NEM ALI, NEM LÁ
8. Linguagem 3 (0-3): siga o comando: Pegue o papel com a mão direita, dobre-o ao meio, coloque-o em cima da mesa.
9. Linguagem 4 (0-1): ler e obedecer: FECHE OS OLHOS
10. Linguagem 5 (0-1): escreva uma frase completa
11. Linguagem 6 (0-1)
12. Copiar o desenho.
Total:_____________
Não existe cura conhecida para a Doença de Alzheimer, por isso o tratamento destina-se a controlar os sintomas e proteger a pessoa doente dos efeitos produzidos pela deterioração trazida pela sua condição. Antipsicóticos podem ser recomendados para controlar comportamentos agressivos ou deprimidos, garantir a sua segurança e a dos que a rodeiam.
Geralmente o tratamento é dividido em duas frentes de tratamento:
1- Tratamento dos distúrbios de comportamento: para controlar a confusão, a agressividade e a depressão, muito comuns nos idosos com demência. Algumas vezes, só com remédio do tipo calmante e neurolépticos (haldol, neozine, neuleptil, risperidona, melleril, entre outros) pode ser difícil controlar. Assim, temos outros recursos não medicamentosos, para haver um melhor controle da situação.
2- Tratamento específico: dirigido para tentar melhorar o déficit de memória, corrigindo o desequilíbrio químico do cérebro. Drogas como a rivastigmina (Exelon), tacrina (Tacrinal), donepezil (Eranz), galantamina (Reminyl), entre outras, podem funcionar melhor no início da doença, porém seu efeito pode ser temporário, pois a doença de Alzheimer continua, infelizmente, progredindo. Estas drogas possuem efeitos colaterais (principalmente gástrico) que podem inviabilizar o seu uso. Também, somente uma parcela dos idosos melhora efetivamente com o uso destas drogas chamadas anticolinesterásicos, ou seja, não resolve em todos os idosos demenciados.
Paralelamente, desenvolvemos um tratamento não medicamentoso que inclui atividades cognitivas com os objetivos de estimular o cérebro e tentar retardar a progressão da doença, bem como manter o paciente, o mais autônomo possível, dentro do quadro de Alzheimer.
A Doença de Alzheimer não afeta apenas o paciente, mas também as pessoas que lhe são próximas. A família deve se preparar para uma sobrecarga muito grande em termos emocionais, físicos e financeiros. Também deve se organizar com um plano de atenção ao familiar doente, em que se incluam, além da supervisão sócio-familiar, os cuidados gerais, sem esquecer os cuidados médicos e as visitas regulares ao mesmo, que ajudará a monitorar as condições da pessoa doente, verificando se existem outros problemas de saúde que precisem ser tratados.
A grande arma no enfretamento desta doença é a informação associada à solidariedade. É fundamental este paciente continuar sendo um indivíduo que tem uma doença incurável, mas tratável. Sempre existe algo a se fazer pela sua qualidade de vida .
A grande arma no enfrentamento dessa doença é a informação associada à solidariedade e aceitação da doença. Não podemos esquecer que o portador de Alzheimer continua sendo um indivíduo mesmo que ele não saiba.
À medida que os familiares conhecem melhor a doença e sua provável evolução, vários recursos e estratégias podem ser utilizados com sucesso.
É fundamental que os familiares saibam que sempre há algo a fazer e, por isso, é possível melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares. Existem doenças incuráveis, porém não há "pacientes intratáveis".
Como afeta a família
A doença de Alzheimer afeta os familiares de modo devastador. As dúvidas e incertezas com o futuro, a grande responsabilidade, a inversão de papéis onde os filhos passam a se encarregar dos cuidados pelos pais, além da enorme carga de trabalho e sobrecarga emocional, acabam por gerar intenso conflito e angústia no meio familiar.
A sensação de estar só, isolado, desamparado e a inevitável pergunta: "Por que isso está acontecendo comigo?"
Todas essas questões submetem os cuidadores à enorme pressão psicológica que vem acompanhada de depressão, queda da resistência física, problemas de ordem conjugal e familiar, entre outros.
Fonte: http://projetolembrar.org
Como tomar medicamento corretamente
Ignorar informações da bula é o principal erro no caso de remédios que não precisam de receita médica
Veja abaixo algumas informações importantes antes de tomar qualquer medicação.
Tomar o medicamento acompanhado de líquidos com sabor
O líquido mais indicado para acompanhar a ingestão de todos os tipos de medicamentos é a água. "Isso porque algumas medicações desencadeiam reações químicas quando ingeridas com sucos, leite, refrigerantes, chás ou café, que podem comprometer sua eficácia", explica a clínica geral Fernanda Galvão, da Amil, em Brasília. De acordo com a especialista, um bom exemplo são os antibióticos com tetraciclina na composição - essa substância reage na presença de cálcio, e portanto tem sua eficácia comprometida se ingeridos com leite.
Outra combinação perigosa e muito conhecida é remédio e bebidas alcoólicas. "O álcool pode tanto potencializar quanto neutralizar os efeitos de um medicamento, em alguns casos ativando enzimas que transformam o remédio em substâncias tóxicas para o organismo", alerta a clínica geral Fernanda. Por isso, na dúvida, sempre tome seus medicamento acompanhados de água apenas.
Misturar com antiácidos
Os antiácidos também interferem na absorção de medicamentos, para mais ou para menos, dependendo da interação. "Além de deixar o estômago com pH alcalino - muitos remédios precisam da acidez gástrica para serem aproveitados - os antiácidos podem conter alumínio, que se ingerido com medicamentos que contenham citrato de cálcio podem atingir níveis tóxicos no sangue, sendo perigosos principalmente para os rins, que podem ter seu funcionamento afetado e até sofrer graves consequências", explica a hepatologista Marta Deguti, do Centro de Referência em Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.
Ingerir o comprimido sem beber água
Assim como não é recomendada a ingestão de medicamentos com outros líquidos que não sejam água, tomá-lo a seco também pode trazer malefícios. "Existe o risco da medicação ficar parcialmente retida no esôfago, podendo haver irritação na mucosa em que o comprimido se prendeu", explica a hepatologista Marta. Além disso, um pouco da dose da medicação é perdida, já que passa a ser absorvida enquanto está retida. "Um exemplo muito sério é o alendronato, usado no tratamento da osteoporose, que pode causar, se retido no esôfago, até mesmo perfuração do órgão", alerta a especialista. Por isso, deve-se sempre ter muito cuidado com as medicações, seguir as orientações do seu médico e tirar dúvidas tanto com ele quanto com o farmacêutico devidamente habilitado.
Retirar o conteúdo da cápsula
Muitas pessoas optam por abrir a cápsula do medicamento e ingerir apenas o pó, para tornar o processo de deglutição mais simples. No entanto, essas cápsulas são concebidas com a função de proteger a mucosa da boca e do esôfago do contato com a medicação, para que ela possa agir de forma lenta, garantindo sua eficácia. ?Para alguns remédios, a remoção da cápsula pode ter consequências como dor no tórax, vômitos e esofagite?, diz a hepatologista Marta.
Triturar o comprimido para facilitar a digestão
Com a justificativa de facilitar a deglutição, também é comum as pessoas triturarem o comprido ou cortá-lo ao meio, prática que também pode interferir na absorção pelo organismo. Segundo as especialistas, os únicos comprimidos que podem ser cortados ao meio são aqueles que possuem uma linha no meio, desenhada inclusive para facilitar o corte. "Fora isso, os medicamentos devem ser ingeridos inteiros, da maneira como vieram na cartela", diz a clínica geral Fernanda. Os problemas nesse caso são muito parecidos com o de ingerir o remédio fora da cápsula - o corpo irá absorvê-lo mais rápido do que deveria, levando a uma intoxicação. "O desenho do comprimido foi feito para facilitar a ingestão da quantidade necessária de medicamento e o contato do comprimido com o ácido gástrico deve dissolvê-lo e quebrá-lo em partículas que serão absorvidas", afirma a hepatologista Marta. "Se houver maior dificuldade para ingerir o comprimido, converse com o seu médico para buscar formulações alternativas."
Ingerir o medicamento em gotas a seco
"As medicações em gotas também são melhor absorvidas quando diluídas em água, em vez de pingadas direto na língua ou dadas em colher", explica Fernanda Galvão. Como geralmente são prescrições pediátricas, essas já são fabricadas com sabor e aroma diferentes para facilitar a ingestão pelas crianças. Devemos lembrar que os medicamentos devem ser diluídos preferencialmente em água. "O risco da diluição em outras bebidas é principalmente a perda da eficácia terapêutica", diz Fernanda.
Tomar a medicação fora do horário
As atividades do organismo variam ao longo do dia de acordo com nosso relógio biológico, e cada medicamento é estudado minuciosamente em relação ao tempo que leva para ser absorvido, o tempo de duração do efeito e modo como é eliminado do corpo de acordo com essas atividades fisiológicas. "Por isso, atrasar ou adiantar o horário do medicamento pode reduzir a eficiência e até mesmo provocar efeitos colaterais", afirma a clínica geral Fernanda. A hepatologista Marta alerta para os antibióticos e antidiabéticos, que podem trazer consequências mais sérias. "Se a pessoa está tomando antibióticos e atrasa um período inteiro, a bactéria pode tornar a se multiplicar e criar resistência ao antibiótico, já no caso de antidiabéticos, os níveis de açúcar do sangue podem subir ou descer demais, o que pode resultar até mesmo em coma", diz.
Preste atenção nas interações com alimentos
Muitos medicamentos devem ser ingeridos em jejum porque eles necessitam do ambiente mais ácido do estômago para que sejam melhor absorvidos. "Já outros são absorvidos com mais eficácia na presença de alimentos, ou são menos agressivos ao estômago quando tomados desta maneira", explica a clínica geral Fernanda. A especialista afirma que existem também substâncias que possuem interação com determinados tipos de alimentos, formando um complexo que o organismo não consegue absorver, diminuindo ou até mesmo neutralizando a ação do medicamento. Por conta disso, o ideal é perguntar ao médico e sempre seguir as instruções da bula.
Não avisar seu médico que toma anticoncepcional
No geral, não existem grandes restrições na mistura de remédios com anticoncepcionais. Mas é preciso estar atenta, pois existem combinações que reduzem a eficácia do anticoncepcional ou da outra medicação. A hepatologista Marta cita alguns exemplos: "Remédios para micose de unha e candidíase, antibióticos, medicações para epilepsia e para tratamento de tuberculose podem reduzir a eficácia do anticoncepcional', diz. Além disso, o contraceptivo pode diminuir a eficácia da aspirina, AAS ou de calmantes, e pode também potencializar os efeitos do Diazepan, da cafeína, dos corticoides e de alguns antidepressivos.
Fonte: http://msn.minhavida.com.br/familia/galerias/16268-40-dos-pais-dao-aos-filhos-medicacoes-de-adulto-para-combater-resfriado-diz-estudo
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Entenda oque é uma "Overdose"
A overdose, é o uso excessivo de alguma droga, sendo considerada uma emergência médica pois a gravidade dos seus sintomas pode levar a morte.Os sintomas apresentados por um indivíduo com overdose podem variar, porque dependem do tipo e da quantidade da droga ingerida.
Os primeiros socorros são determinantes para as vítimas de overdose, se houver ausência de respiração ou de pulsação o processo de reanimação deve ser realizado imediatamente, o primeiro passo é certificar-se que a entrada de ar está livre e desobstruída,e realizar o procedimento de respiração artificial (boca a boca), se o indivíduo prestador do socorro tiver prática em primeiros socorros deve realizar uma massagem cardíaca na vítima.
Procedimentos como induzir o vômito e colocar a vítima de overdose para dormir devem ser evitados.
A ambulância deve ser chamada o mais rápido possível, mesmo que o indivíduo esteja consciente e pareça ter melhorado, pois existe grande probabilidade do seu estado piorar repentinamente, é importante saber qual o tipo de droga ingerida para informar ao médico.
Outra maneira de ajudar enquanto se espera o socorro médico é recolhendo recipientes de remédios do local e amostras de vômito da vítima, pois essas amostras podem ser úteis para a equipe de desintoxicação do hospital.
Os principais sintomas de overdose são:
- Depressão respiratória;
- Acumulo de líquido nos pulmões;
- Dificuldade para respirar;
- Perda de consciência;
- Dificuldade para se movimentar;
- Dificuldade para falar (falar enrolado);
- Suores;
- Alucinações;
- Pupilas dilatadas ou contraídas;
- Paradas respiratórias e cardíacas;
- Vômitos;
Complicações típicas dos usuários de drogas
As complicações típicas dos usuários de drogas são:
- Lesão no estômago, como úlceras e gastrites;
- Lesão nas artérias e vasos sanguíneos, devido as constantes injeções para uso da droga injetáveis;
- Problemas pulmonares, como enfisema pulmonar, devido ao pó presente nos pulmões;
- Sangramento nasal;
- Lesões no cérebro, devido ao uso prolongado de substâncias químicas que agridem os neurônios;
- Lesões na pele causadas pelo envelhecimento precoce;
- Infecções sanguíneas;
- Lesão no fígado;
- Complicações cardíacas;
- DSTs, como hepatite e HPV;
- Aids, por partilhar seringas e/ou pelo contato íntimo desprotegido;
- Desnutrição grave causada pela anorexia e/ou bulimia;
- Estado de euforia e depressão.
As complicações variam de acordo com a droga utilizada pelo indivíduo. As que são inaladas causam problemas graves de saúde nos pulmões e as que são injetadas na corrente sanguínea, ou ingeridas, podem causar infecções que afetam todo o organismo.
Essas lesões costumam aparecer após o uso prolongados das drogas. Algumas lesões podem ser curadas apenas se o indivíduo deixar de consumir drogas.
A maior parte dos consumidores de drogas de longa data morrem de overdose ou suicídio.
Algumas das doenças causadas pelo uso das drogas são:
- AIDS: Doença incurável que se pega através do contato direto com o sangue do indivíduo contaminado, como ao partilhar seringas ou no contato íntimo desprotegido.
- Doenças venéreas: Com o uso das drogas, o indivíduo não se lembra de usar o preservativo e pode ser infectado com doenças como gonorréia e sífilis, por exemplo.
- Endocardite infeciosa: As drogas injetáveis podem levar microorganismos que infectam as válvulas cardíacas prejudicando seu funcionamento. Além disso, pode aumentar o tamanho do coração, dificultando a passagem de sangue gerando outras complicações.
- Enfisema Pulmonar: Causado pela presença de pequenas partículas de pó que se instalam nos alvéolos e que dificultam a troca gasosa.
- Desnutrição: O uso de drogas compromete o sistema que regula a fome e o indivíduo deixa de comer, ficando desnutrido.
- Comprometimento cerebral: O uso de drogas pode causar lesões permanentes no cérebro e comprometer todo o estado de saúde do usuário.
- Cirrose e câncer no fígado: Diagnosticadas principalmente nos usuários que consomem grandes quantidades de bebidas alcoólicas.
- Insuficiência renal: Devido ao acúmulo de toxinas no sangue, os rins ficam sobrecarregados e deixam de filtrar o sangue corretamente, gerando a doença.
- Distúrbios comportamentais: Depressão, euforia, perda do sentido da realidade e outras.
O uso de drogas é proibido por lei e passível de pena, como pagamento de fiança ou prisão, dependendo da gravidade da situação.
Existem muitas outras doenças que podem ser geradas pelo uso das drogas. A sua gravidade vai depender da quantidade de droga ingerida. Por ser uma substância viciante, o usuário sente a necessidade de consumir quantidades cada vez maiores de drogas para obter os mesmo resultados que tinha no início do consumo. Devido a este fator, as doenças começam a manifestar-se após alguns meses do uso das drogas.
Em 2013 seja um voluntário "Doe Sangue Doe Vida"
Orientações para doadores de sangue
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.
O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 67 anos, 11 meses e 29 dias;
- pesar mais de 50 Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.
Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Pós-parto: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis
Há critérios que permitem ou que impedem uma doação de sangue, que são determinados por normas técnicas do Ministério da Saúde, e visam à proteção ao doador e a segurança de quem vai receber o sangue.
O doador deve...
- trazer documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista, carteira do conselho profissional ou carteira nacional de habilitação);
- estar bem de saúde;
- ter entre 16 (dos 16 até 18 anos incompletos, apenas com consentimento formal dos responsáveis) e 67 anos, 11 meses e 29 dias;
- pesar mais de 50 Kg;
- não estar em jejum; evitar apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem a doação.
Impedimentos temporários
- Febre
- Gripe ou resfriado
- Gravidez
- Pós-parto: parto normal, 90 dias; cesariana, 180 dias
- Uso de alguns medicamentos
- Pessoas que adotaram comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis
Cirurgias e prazos de impedimentos
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
- Extração dentária: 72 horas
- Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: três meses
- Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem seqüelas graves, tireoidectomia, colectomia: 6 meses
- Ingestão de bebida alcoólica no dia da doação
- Transfusão de sangue: 1 ano
- Tatuagem: 1 ano
- Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina
Impedimentos definitivos
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária
- Hepatite após os 10 anos de idade
- Evidência clínica ou laboratorial das seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: hepatites B e C, Aids (vírus HIV), doenças associadas aos vírus HTLV I e II e Doença de Chagas
- Uso de drogas ilícitas injetáveis
- Malária
Intervalos para doação
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)
- Homens: 60 dias (até 4 doações por ano)
- Mulheres: 90 dias (até 3 doações por ano)
Doe sangue com responsabilidade
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.
Você sabe o que é janela imunológica? É o período entre a contaminação da pessoa por um determinado agente infeccioso (HIV, hepatite...) e a sua detecção nos exames laboratoriais.
No período da janela imunológica, os exames são negativos, mas mesmo assim o sangue doado é capaz de transmitir o agente infeccioso aos pacientes que o receberem.
A sinceridade ao responder as perguntas do questionário que antecede a doação é importante para evitar a transmissão de doenças aos pacientes.
Nunca doe sangue se você quiser apenas fazer um exame para Aids. Neste caso, procure um Centro de Testagem Anônima e gratuita.
Cuidados pós-doação
- Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
- Aumentar a ingestão de líquidos
- Não fumar por cerca de 2 horas
- Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
- Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas
- Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho
- Evitar esforços físicos exagerados por pelo menos 12 horas
- Aumentar a ingestão de líquidos
- Não fumar por cerca de 2 horas
- Evitar bebidas alcóolicas por 12 horas
- Manter o curativo no local da punção por pelo menos de quatro horas
- Não dirigir veículos de grande porte, trabalhar em andaimes, praticar paraquedismo ou mergulho
sábado, 5 de janeiro de 2013
Você ainda é um desses que bebe e dirige?
Não vou ser o primeiro nem o último a dizer isso:
“O trauma é uma epidemia no Brasil em período de feriados e fim de ano”.
“O trauma é uma epidemia no Brasil em período de feriados e fim de ano”.
“Cada vez mais pessoas são vítimas de acidentes de trânsito, a grande maioria delas em idade jovem, o que causa, além de muita dor e revolta, o aumento das contas públicas”.
“Muitas mortes poderiam ter sido evitadas com atitudes simples como o uso do cinto de segurança”.
“a combinação álcool e direção é a principal vilã dessas tragédias diárias”.
Sou só eu ou você também já está cansado de ouvir essas frases? Então por que a gente ainda continua agindo como se não pudesse se machucar?
Em 10 de dezembro de 1989 o primeiro TAC comercial foi para a aérea. Nesse ano, o pedágio foi 776; no ano passado 2008, havia caído para 303. Uma retrospectiva de cinco minutos das campanhas de segurança rodoviária produzido pela TAC nos últimos 20 anos tem sido compilado. As características de montagem cenas icônicas e imagens de anúncios publicitários que têm ajudado a mudar nossa forma de conduzir que, tudo editado para o movimento, Song "Everybody Hurts" by REM
Esta campanha é uma oportunidade de revisitar algumas das imagens que foram gravadas em nossas memórias, lembre-se os muitos milhares de pessoas que foram afetadas pelo trauma rodoviário e lembrar a todos nós que por causa everyones, por favor, dirija com segurança.
Acidente de transporte Comissão Victoria. http://www.tac.vic.gov.au
A TAC é uma estatal australiana criada para dar assistência a pessoas que sofreram acidentes de trânsito e estimular a direção responsável e prudente. Ela ficou famosa por suas campanhas publicitárias sobre a direção segura. O vídeo acima é um apanhado de 20 anos desses comerciais de TV.
Veja mais no canal da TAC Victoria´s no Youtube.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Osteoporose não está ligada somente ao envelhecimento; saiba como evitar a doença
- Entre as fraturas mais frequentes, a do fêmur é a mais grave, pois além de causar dor intensa, demanda um procedimento cirúrgico para colocação de prótese
Caracterizada pela degradação e redução da estrutura óssea, a osteoporose está atrelada a uma série de fatores e não apenas à hereditariedade, ao envelhecimento e à perda natural das células que formam o esqueleto. O estilo de vida adotado na adolescência e na fase adulta também tem importância fundamental, pois pode tanto propiciar como prevenir ou retardar o aparecimento da doença, que já atinge 10 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde.
Isso acontece porque o pico de formação dos ossos é atingido entre a adolescência e os 35 anos de idade, como explica o ortopedista Fernando Moisés José Pedro, gerente-médico do Hospital Alvorada. Por esse motivo, a constituição de uma estrutura forte nessa fase é essencial para sua adequada manutenção no futuro. "Um aumento de 10% no índice de massa óssea nos jovens diminui em 50% o risco de fratura por osteoporose na vida adulta", declara.
O reumatologista Roberto Heymann, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que para conquistar um esqueleto "reforçado", o tabagismo e a ingestão excessiva de café e bebidas alcoólicas devem ser evitados ou mesmo eliminados. O sedentarismo, o consumo insuficiente de alimentos fontes de cálcio e vitamina D e a baixa exposição solar são outros hábitos de risco.
Influências hormonais
As mulheres devem ter uma preocupação ainda maior, pois constituem as vítimas mais numerosas da doença. "A osteoporose é mais comum no sexo feminino por dois motivos: entre elas, os ossos são mais leves e finos. Além disso, na menopausa ocorre uma deficiência do hormônio estrogênio, que tem influência direta nas células ósseas", esclarece Pedro.
Heymann acrescenta que 30% das mulheres saudáveis desenvolvem o problema ao cessarem seus ciclos menstruais. Aquelas que foram submetidas à cirurgia de remoção de ovários e não fizeram reposição de estrógenos e as que iniciaram tardiamente seus ciclos menstruais também são alvos da doença, segundo o especialista.
A osteoporose também atinge o sexo masculino, embora numa proporção menor. O gerente-médico do Hospital Alvorada explica que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acima dos 50 anos, 30% das mulheres são acometidas pela doença, enquanto entre os homens a proporção é de 10%.
Eles são menos suscetíveis por terem ossos mais fortes e largos, mas a combinação da perda de elementos minerais com a baixa produção de testosterona, a manutenção de hábitos não saudáveis e a presença de antecedentes na família com a doença pode acelerar a deterioração da massa óssea.
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Doenças preexistentes
Além dos fatores mencionados acima, o problema pode se manifestar como consequência de outras doenças, como informa Heymann. Hiperparatireoidismo, linfoma, leucemia, mieloma múltiplo, artrite reumatoide, sarcoidose e doença de Cushing são alguns exemplos desses casos.
Alguns medicamentos utilizados por longo prazo podem ter o mesmo efeito. "A National Osteoporosis Foundation (instituição norte-americana dedicada à prevenção da doença) cita entre os fatores de risco o uso de glicocorticoides via oral, um grupo de fármacos utilizados como imunossupressores e anti-inflamatórios", pontua Pedro.
Diagnóstico precoce
A densitometria óssea é o método mais indicado para diagnosticar a doença, inclusive precocemente. "O exame deve ser feito por mulheres que estão entrando na fase de menopausa, homens acima de 65 anos e indivíduos de qualquer idade expostos aos fatores de risco", esclarece o especialista da Unifesp.
Sua realização é fundamental, pois a patologia é assintomática. Ou seja, não há qualquer indício que aponte sua existência além da ocorrência das próprias fraturas, sua principal consequência. "Elas podem ocorrer por traumas mínimos ou mesmo sem relação a trauma algum", fala o reumatologista. Redução de altura e aumento da curvatura dorsal (corcunda) são outros indícios importantes.
Entre as fraturas mais frequentes, Heymann menciona as das vértebras das colunas dorsal e lombar, a do colo do fêmur e a do antebraço. "A do fêmur é a mais grave, pois além de causar dor intensa, demanda um procedimento cirúrgico para colocação de prótese", esclarece.
Os tratamentos baseiam-se na prescrição de medicamentos para aumentar a resistência dos ossos sem, no entanto, recuperar a massa óssea perdida ou curar a doença. "Independente do tratamento medicamentoso escolhido, todos os portadores devem ter uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D", reforça.
Alerta constante
"Por terem ossos mais frágeis, os pacientes com osteoporose precisam evitar quedas a todo custo. Elas constituem a principal causa de morte acidental entre os indivíduos com mais de 65 anos de idade", alerta o especialista do Hospital Alvorada.
Em função disso, algumas adaptações no ambiente doméstico são altamente recomendadas. Reforço na iluminação e instalação de pisos antiderrapantes, barras de apoio nos banheiros e corrimão nas escadas são algumas sugestões. "O ideal é que a pessoa também tenha um quarto para dormir próximo ao banheiro", acrescenta Pedro.
"Também é recomendável realizar visitas regulares ao médico para ajuste das doses dos medicamentos, principalmente aqueles que podem causar diminuição do nível de consciência, como os anti-hipertensivos e hipoglicemiantes orais", completa.
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